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terça-feira, 11 de junho de 2013
Falling Skies - 03x01/02 - On Thin Ice / Collateral Damage (Season Premiere)
A grande família Mason... E um pouquinho a mais de ETs.
Sabe, desde que os Surfistas Prateados com cara de peixe invadiram o verão americano contra uma resistência liderada por um professor de história e um capitão das Forças Armadas americana, este é, certamente, o melhor início dos três anos que Falling Skies já fez ou sequer esboçou em fazer. Em sua premiere dupla, "On Thin Ice" e "Collateral Damage", a série começa a perder o medo de matar personagens avulsos e nada importante para o contexto geral, da mesma forma que faz isso de maneira inteligente e bem aplicada aos interesses do roteiro e da narrativa.
Muita coisa mudou desde o final da temporada passado aos acontecimentos deste início de ano. Foram sete meses e parece que o jogo virou. Os resistentes da 2nd Mass, agora sediados e residentes da grande resistência de Charleston, não só pararam de ser sacos de pancadas dos Surfistas Prateados com seus Skitters e Mechs megaeveis, como também agora batem neles sem dó, nem piedade.
Nestes sete meses, Tom foi eleito presidente do Novo Estados Unidos, ou qualquer que seja o nome do país que eles estão construindo em Charleston, além de não querer que ninguém o chame de "Senhor Presidente"; Capitão Weaver foi promovido a Coronel; novos combatentes se juntaram à força; Matt largou a mão de ser um filho-samambaia avulso e faz parte das missões de campo; Pope ainda segue sendo o Pope; e por fim, o mais importante: com Tom assumindo o controle de Charleston, os resistentes agora tem apoio de alienígenas.
Uma das perguntas que se estenderam durante estes 9 ou 10 meses desde o final da temporada passada, uma delas envolvia se os companheiros Darth Vaders que esboçaram seu sorrisinho do mal nos últimos segundos de finale seriam aliados ou inimigos. Pois bem, eles são aliados como o previsto. Aquele Darth Vader que encarou Tom e seus companheiros no final da temporada é Cochise. Ele é um Volm. Se bem que com aquela cara de maracujá azedo o nome correto da raça deveria ser Volm-mito.
Muitos devem estar se perguntando o que aconteceu com Hal depois daquele beijo da Karen durante a finale, pois bem, parte do que eu esperava realmente aconteceu. Karen fez macumba online pra prender o bofe, usou um de seus moskitters para ser acoplado no córtex cerebral dele (via Grey's Anatomy) e ter controle sobre ele, só pra poder ter o corpo nu do moço no meio do mato pra treparem (e não é na árvore) com direito até luzes saindo pelas culatras. Por isso que eu amo essa série.
Falando sério, Hal perdeu os movimentos dos membros inferiores (entenda "membros inferiores" da forma que você quiser bem entender) por uma resistência de seu corpo contra o tal do moskitter no seu cérebro. Essa informação é partilhada por Karen (cada vez mais amando essa vadia), que explica o que realmente está acontecendo com ele, enquanto Maggie fica se esfregando com parceiro avulso que só aparece mesmo pra morrer no episódio seguinte.
Ah, coitado de menino Lars. Aliás, só eu tomei um susto com aquelas criaturas semi-transformadas de crianças com Skitters que parecem um bando de zumbis saindo até do chão no maior estilo Resident Evil, com menina Maggie incorporando a Alice e metendo bala em todos eles? E, dito isto, entramos em um novo arco aberto nesta premiere.
Um espião. Há um espião vestido de ninja e usando armamento Volm-mitado pra matar o Locke e devolvê-lo à Ilha. Pois é, o ex-presidente, Arthur Manchester, que foi indicado por Tom para liderar as investigações em busca do espião que tem passado informações privilegiadas para os Surfistas Prateados, foi assassinado pelo próprio.
Este espião acabou dedurando uma ação, a que iniciou o episódio, criando uma grande emboscada com a aparição de novos Mechs, uma espécie de Mega-Mech. Se você achava que nada poderia te surpreender mais em Falling Skies, eis que os Mechs viram Pokémons e evoluem. Pois é. Segundo o Darth Vader, estes Mega-Mechs (juro que ainda encontro um nome cretino pra esses robôs) são a elite de guerreiros armados dos Surfistas Prateados e que eles estão bravinhos pela reação dos rebeldes.
Outro ponto desta premiere foi a respeito da gravidez de Lua Sangue-Bom. Tinha comentado o quão desnecessário era ter uma cria nova de Tom quando já se tinha 3 outros filhos - com um deles sem nenhum uso (um beijo pro menino Matt Samambaia, que só serve pra explodir janelas e criar conflito com Lua Sangue-Bom). Mas eu me enganei completamente.
Alexis Denise-Este-É-O-Nome-da-Ex-do-Tom Sangue-Bom-Mason (alguém precisa reduzir o nome desta cria... aguardem por isso) é a melhor coisa que já aconteceu nessa série. Esta criança é enviada pelo capeta. Só isso explica ela com menos de uma semana já levantar do berço, se esconder embaixo da cama e chamar Lua Sangue-Bom de "mamãe". Quando ela incorporar o exorcista, começar a Volm-mitar (adorando o nome destes ETs, sério!) e virar a cabeça em 360º, ninguém venha me falar que eu não falei. Ela é filha do capeta.
Voltando ao plano que Tom e Weaven utilizaram para enganar o tal espião e destruir uma usina que gerava energia para os tais Mega-Mechs, parece que esta destruição não será o suficiente para impedir uma investida dos Surfistas Prateados contra Charleston. Mais uma vez, segundo o Darth Vader chamado Cochise, o pelotão liderado agora por Karen - mesmo não sendo uma Esphemi, assumiu o posto de Líder Suprema, o que a caracteriza como uma Surfista Prateada por associação - está a caminho de Charleston e querem soltar umas biribinhas contra os humanos em resistência.
De forma geral, nunca fiquei tão feliz pelo retorno de Falling Skies. Por mais que este famigerado texto não possa expressar isto, tenho que dizer que a série me surpreendeu bastante com o seu retorno bastante congruente e cheio de reviravoltas no meio termo - por mais que algumas tivessem sido previsíveis. As expectativas por uma temporada ainda melhor do que a sólida segunda só aumentam e espero ser compensado no final desta jornada.
Alguns pontos não citados no texto, mas que merecem menção:
1) Os alienígenas Volm-mitados são confiáveis? Eles vão embora assim que os humanos derrotarem os Surfistas Prateados? Esta pergunta é feita por Weaver e não pode ser descartada. Quem garante que eles são confiáveis?
2) Hal teve pesadelos, mas são mais real do que realmente são. Ele fica encontrando Karen durante a noite no meio do mato, como já dito na review, mas ao que indica nas promos, deve recobrar a consciência e pedir ajuda à Maggie.
3) Pope segue com todos os receios possíveis e não-possíveis com a aliança com os Skitters Hemorrágicos (chamarei eles assim em homenagem ao Skitter Hemorróida) e com os Volm-mitados. Além disso, agora tem uma espécie de bar e sempre tem um plano. Lembrem-se disso.
4) Diego, aquele namoradinho da filha do Weaver, foi recuperado no início da premiere e só será mencionado por vermos Jeanne, a filha de Weaver, também falar sobre seus receios com a aliança com os alienígenas.
5) AQUELE BEBÊ É DO MAL. Desculpa, precisava registrar isso de novo antes do episódio da semana que vem.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Falling Skies - 02x10 - A More Perfect Union (Season Finale)
Keep the fight going.
Que final de temporada foi esse? Acabei de assistir e faço noção nenhuma do que aconteceu. As coisas tomaram rumos inesperados, tivemos obviamente cenas de tanta relevância quanto um pum no set de gravação e, ao todo, foi um episódio excelente.
Diferentemente do ano passado, essa temporada de Falling Skies não foi mediana, muito pelo contrário, em dois episódios ela permeou o muito ruim, mas em todos os outros vimos uma qualidade bastante bacana, acima da média e um inclusive sensacional.
Verdades sejam ditas, Falling Skies termina no lucro e me ganhou por mais uma temporada, pelo menos. Dessa vez nem quero ver por conta do final de temporada, pelos 15 segundos finais, mas quero sim é ver pelo que foi mostrado nesta temporada como um todo, achei válida a tentativa do roteiro e parece que a série vai encaminhando bem a sua trama, mesmo que às vezes soasse completamente mórbida.
O episódio começa exatamente onde o anterior terminou (até pelo fato de a TNT ter adotado apresentar a finale anterior de forma "dupla", diferentemente deste ano), com o golpe militar em Charleston e com a decisão de ir ou não atrás dos rebeldes.
A aparição mágica dos rebeldes no salão de entrada de Charleston foi bacana, principalmente pelo fato de ver o menino Ben de volta, que apesar de escroto, imbecil e um pouquinho burro, é o único da família Mason que entende realmente o que está acontecendo.
Eles chegaram com uma informação importante de que aquele Surfista Prateado megaevil capturado algum tempo atrás é o chefão da porra toda e que eles precisam matá-lo, pra isso, nada melhor do que usar os soldadinhos de chumbo da 2nd Mass, afinal, eles estão lá encostados, sem fazer nada e correr risco de vida é hobby pra eles.
Só que como o General Bressler consegue fuder até a mãe na história toda, ele precisou soltar as birimbinhas dele em cima dos coitados da equipe do Skitter Hemorroida (afinal, ele tem o Olho Vermelho, se é que você entendeu). Resumo, foi só pra fazer a 2nd Mass se ferrar mais ainda na missão e terem de resolver tudo sozinhos, até a página dois.
Como eles são muito espertos, é claro que é melhor sair explodindo tudo, destruindo o que achasse pela frente, conversar sobre avulsidades (não me pergunte, até agora não sei o que eles ficaram conversando naquele túnel e nem voltei a cena pra entender) e serem capturados com toda a sua cretinice.
O amor deixa as pessoas tão imbecis que a primeira coisa que o Tom faz quando abre o olho depois de capturado é perguntar se a Dra. Lua Sangue-Bom está bem, sendo que tem DOIS FILHOS presos na MESMA situação. É, não faz sentido.
Beijo megaevil passando sapinho moskitter (sinta o trocadilho) para Hal por Karenzinha, deixando Maggie doida do cú; torturas com bastões mais megaevil ainda que o beijo eletrocutando até o fiofó a alma e uma fuga épica com Skitter Hemorroida salvando a pátria (ou seria a nova pátria?).
Até que o saldo dessa briguinha acabou sendo o de mesmo número de mortes para cada uma das frentes da série. Os Soberanos perderam o líder da costa leste, bobagem. Os rebeldes perderam o líder da rebelião, o Skitter de Olho Vermelho, inútil. E a 2nd Mass perdeu a pessoa mais importante que se poderia ter perdido, um figurante. É genial Falling Skies, por isso que aplaudo toda essa ousadia linda.
E que final foi esse? Me pegou desprevenido em relação ao acontecimento como um todo, mas depois da temporada anterior eu já fiquei esperando quando alguma grande merda ia acontecer, pois bem, aconteceu. Depois das Aranhas Assassinas, dos Surfistas Prateados, dos miniassassinos à lá Transformers, chegou a vez de Falling Skies trazer o Darth Vader (é sério, a respiração é igualzinha, ok, sou eu viajando).
A promo no final já deixa a grande pergunta que se estenderá até 2013 quando a série voltar, será o Darth Vader bonzinho ou megaevil? Eu ultimamente tenho acreditado na possibilidade dele ser um aliado, mas vai saber, os coitados já sofreram tanto que não fará mais diferença nenhuma se sofrerem mais um pouquinho (até gosto disso). Enfim, só posso dizer até 2013, com mais imbecilidades minhas ou até outro texto perdido por aqui no blog.
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Falling Skies em momentos, porque no resumo não coube.
Momento "evasão espontânea": Tão relevante a conversa do Hal com o Ben no meio do episódio que eu fui ao banheiro, voltei e a cena não tinha terminado, e fiz menos questão ainda de voltar pra saber o que estava acontecendo.
Momento "chama mamãe": A Lua Sangue-Bom está grávida e eu só conseguia pensar a necessidade de colocar mais um Mason no mundo. Não bastavam três? Não! Eles precisavam de um Mason-Sangue-Bom.
Momento "Homem-Aranha": Escalar árvores é fácil, escalar prédios até o Jackie Chan consegue, mas quero ver você tentar escalar aquele duto igual Karenzinha bitch megaevil.
Momento "tô possuída": Hal parece que vai ficar possuído por conta do moskitter, enfim, espero que ele sambe muito na cara de Tomzinho, por favor, a gente merece.
Momento "sou machão": Tom desviando do golpe do Surfista Prateado e metendo-lhe a vara, literalmente falando, foi épico.
Momento "sou misterioso, tenho carta na manga e não penso em usá-la": Muito esquisito como o Ben ficou no fim do episódio, antes quando abraçava o irmão. O Skitter Hemorroida lhe deu instruções claras e parece que ficar ao lado da 2nd Mass possa ser um movimento pensado, não intuitivo. Enfim.
Momento "pitaco": Só pra falar que eu não palpitei, pra mim os Darth Vaders são aliados, a arma de destruição que a 2nd Mass destruiu estava apontando para cima, como se os Surfistas Prateados estivessem esperando por eles, ou seja, os Darth Vaders podem muito bem pensar (se é que aquilo tem algum canal neurótico): "o inimigo do meu inimigo é meu amigo", ou seja, se aliar à Charleston / 2nd Mass e aos rebeldes.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Falling Skies - 02x09 - The Price of Greatness
Nada é o que parece ser.
Podem falar o que for dos coitados da 2nd Mass, mas eles sobreviveram a uma invasão alienígena, sequestraram o chefe dos Surfistas Prateados, sambaram na cara de zilhões de microskitters megaevil e tudo isso sem contar com a ajuda do megazord do Power Ranger Vermelho.
Caminharam dias e mais dias numa caminhada à lá Jon Snow (Game of Thrones) e ralaram muito pra chegar na bendita Charleston. E o que é que aconteceu? Merda,o Mamute virou merda era claro que só poderia dar isto. O velho ditado já dizia: quando a esmola é grande, a gente passa a mão e sai correndo. Tá, não é bem assim. Quando a esmola é grande, o santo desconfia. Esse era o momento de se ligar o pisca-alerta e ficar atento a absolutamente tudo.
E só pra comprovar como a barra não tá fácil pra ninguém, tudo no começo foi uma maravilha, com comida farta, quartos espaçosos e toda a gentileza do povo de Charleston, mas como a abertura filosófica de Os Feiticeiros de Waverly Place dizia: nem tudo é o que parece ser.
A começar com a barra de Lua Sangue-Bom, que viu Viuvourdes assumir cargo de assistente de cirurgia, enquanto ela enfiava termômetros e dava aspirinas pras criancinhas remelentas de Charleston. Você ainda acha que acabou? Que nada, era só o começo, até o filho avulso do Tom teve barra sofrendo bullying na escola. Coitado.
Charleston foi, na verdade, um reduto de mentiras, construído para um líder de araque governar e se amedrontar dos supressores alienígenas. Achei lindo o discurso do Tom, enfatizando e citando a luta pela independência americana do reinado britânico. A citação foi bem colocada e, nem acredito que vou falar, mas aplaudo de pé o roteirista que soube mesclar a atual situação da série, com o fato de Tom ser professor de história e utilizar um dos fatos mais marcantes da história americana para ilustrar a série.
O Professor Manchester (Terry O'Quinn) e o General Bressler (Matt Frewer) simplesmente protagonizaram um grande golpe de estado, derrubou tudo o que o Professor Manchester construiu e acho difícil a futura sobrevivência de Charleston.
Aplaudi Pope de pé também, afinal, ele pode odiar o quanto for o Tom Mason, mas não foi o cagueta da história. Aplaudi duplamente Hal e Maggie, que subiram no meu conceito sem mimimi algum e resolvendo seus conflitos amorosos de forma madura e sem aquelas cenas melodramáticas.
Também vimos o retorno da filha avulsa do Weaver, com a barra de que nenhum dos seus miguxos sobreviveu e, numa atuação horrível da pobre atriz, fez um discurso que ao invés de motivar só me fez bocejar.
Agora, governo ditatório do Manchester derrubado, General Bressler preparado para levar os cidadão da primeira cidade-estado pós-apocalíptica à guerra e uma rebelião alienígena com o Skitter do Olho Vermelho liderando no meio do caminho. É, essa finale pode ser mais épica do que o episódio "Molon Labe" (2x07).
Podem falar o que for dos coitados da 2nd Mass, mas eles sobreviveram a uma invasão alienígena, sequestraram o chefe dos Surfistas Prateados, sambaram na cara de zilhões de microskitters megaevil e tudo isso sem contar com a ajuda do megazord do Power Ranger Vermelho.
Caminharam dias e mais dias numa caminhada à lá Jon Snow (Game of Thrones) e ralaram muito pra chegar na bendita Charleston. E o que é que aconteceu? Merda,
E só pra comprovar como a barra não tá fácil pra ninguém, tudo no começo foi uma maravilha, com comida farta, quartos espaçosos e toda a gentileza do povo de Charleston, mas como a abertura filosófica de Os Feiticeiros de Waverly Place dizia: nem tudo é o que parece ser.
A começar com a barra de Lua Sangue-Bom, que viu Viuvourdes assumir cargo de assistente de cirurgia, enquanto ela enfiava termômetros e dava aspirinas pras criancinhas remelentas de Charleston. Você ainda acha que acabou? Que nada, era só o começo, até o filho avulso do Tom teve barra sofrendo bullying na escola. Coitado.
Charleston foi, na verdade, um reduto de mentiras, construído para um líder de araque governar e se amedrontar dos supressores alienígenas. Achei lindo o discurso do Tom, enfatizando e citando a luta pela independência americana do reinado britânico. A citação foi bem colocada e, nem acredito que vou falar, mas aplaudo de pé o roteirista que soube mesclar a atual situação da série, com o fato de Tom ser professor de história e utilizar um dos fatos mais marcantes da história americana para ilustrar a série.
O Professor Manchester (Terry O'Quinn) e o General Bressler (Matt Frewer) simplesmente protagonizaram um grande golpe de estado, derrubou tudo o que o Professor Manchester construiu e acho difícil a futura sobrevivência de Charleston.
Aplaudi Pope de pé também, afinal, ele pode odiar o quanto for o Tom Mason, mas não foi o cagueta da história. Aplaudi duplamente Hal e Maggie, que subiram no meu conceito sem mimimi algum e resolvendo seus conflitos amorosos de forma madura e sem aquelas cenas melodramáticas.
Também vimos o retorno da filha avulsa do Weaver, com a barra de que nenhum dos seus miguxos sobreviveu e, numa atuação horrível da pobre atriz, fez um discurso que ao invés de motivar só me fez bocejar.
Agora, governo ditatório do Manchester derrubado, General Bressler preparado para levar os cidadão da primeira cidade-estado pós-apocalíptica à guerra e uma rebelião alienígena com o Skitter do Olho Vermelho liderando no meio do caminho. É, essa finale pode ser mais épica do que o episódio "Molon Labe" (2x07).
P.S.: Muito Mockingjay (terceiro e último livro da trilogia The Hunger Games) esse episódio. SPOILER: Achei até que Charleston era uma versão de District 13: vigia militar, governo ditatório e, o pior de tudo, apenas TRÊS REFEIÇÕES DIÁRIAS. Pode isso não, vão matar eles desnutridos. Campanha #LiberaComidinhaPraElesJá! Até semana que vem.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Falling Skies - 02x08 - Death March
Um episódio com muito mártir e pouquíssima ação.
Sabe aquele vazio saboroso que muitas séries possuem e não sabem como preencher as lacunas e apresentam episódios arrastadíssimos somente, e novamente, SOMENTE, para ocupar os espaços, te entediar e ligar o arco em andamento ao arco a ser desenvolvido futuramente? Pois bem, foi exatamente isso que aconteceu.
Foi gente sofrendo por mártir até do pobre coitado que estava com sede e precisava que Viuvourdes o deixasse molhadinho e, não, não é do jeito que a psicopata-das-piscinas faz com Emily (só os fortes leitores de Pirulitolaiars entendem).
Ai gente, eu gostava muito do Power Ranger Vermelho, ele era meu personagem preferido, afinal, de quem mais poderei fazer citações cretinas? Mas sério mesmo que ela vai ficar sofrendo em todas as cenas possíveis em que precisarem de alguém pra fazer careta e sofrer pela morte de um personagem que ninguém se importava, aliás, alguém se importa com Viuvourdes e sua barra de consumo?
Esse não é só um problema de Falling Skies, todas as séries que tratam de resistência atualmente têm exatamente o mesmo problema: não sabem criar e muito menos desenvolver a empatia do público pelos personagens. Aliás, dá até raiva acompanhar um episódio desenvolvido totalmente assim, sobre "as pessoas" (te odeio Lost).
FINALMENTE, depois de tanto andar e andar e continuar andando (e não, não era Jon Snow em Game of Thrones), chegamos a Charleston, mas é claro que precisávamos ouvir muita ladainha e ver muita coisa, só que não, até chegar lá.
O surgimento da menina avulsa foi tão desnecessário, tão deslocado e tão "plot repetitivo" que nem sei o que falar. A única coisa que posso dizer é que eles arrumam par romântico até pro filho avulso do Tom Mason de 10 anos e você tá aí, forever alone, isso é Falling Skies praticando bullying.
Outra coisa mais desnecessária do que isso e do que o dramalhão de Viuvourdes foi a presença de Tector (who?) narrando sua barra linda de exército e que todos ama. Mais uma vez, não sei se era meu sono por ter acordado extremamente cedo ou se é implicância minha, mas onde que eu vou me importar com um personagem que sequer é recorrente ou que tenha importância para os eventos e arcos principais?
Por fim, mais outra barra, desta vez de Maggie. De verdade, não era suficiente dizer que ela quase morreu doente um tempo atrás? Envolver prisão e gravidez só me fez chegar a conclusão que a produção não sabe cuidar dos personagens e faz da desculpa da "humanização" como fator para estragar um arco bem definido.
Agora que chegaram em Charleston e só acho que veremos, certamente, mais uma recorrência a clichês, que inclusive, posso fazer outra citação a Game of Thrones (além das andanças). Eles vão chegar lá e o Tom (porque ele é o protagonista e ele é quem tem de ser o fodão da série, só que não é) vai descobrir, tipo assim, por acidente, que os militares de Charleston oferece um tipo de troca com os alienígenas para conseguir a sobrevivência "segura". Vai por mim, esse plot está muito óbvio.
Enfim, esse episódio foi um grande descaso com informações inúteis e que só serviu de alavanca entre o excelente anterior e o provável posterior. Se a garota esquisita avulsa arreada não voltar, vai ser mais um motivo pra eu xingar muito esse episódio. Até semana que vem.
P.S.1: Quem não entendeu a referência citada à Game of Thrones é que, em uma passagem tanto do livro quanto da série, Jon Snow descobre que um senhorio das terras além da Muralha está doando os seus filhos homens (com suas filhas) para os Selvagens, em troca de poder habitar o lugar sem "demais problemas".
P.S.2: Quando falo que vou xingar muito pela menina não reaparecer é no sentido de assistir uma história completamente avulsa, sem necessidade e extremamente entediante à toa.
P.S.3: Saudades dos aliens, como vou chamar os Surfistas Prateados se não tem os Surfistas Prateados?
P.S.4: Finalmente encontrei um apelido pra Viuvourdes. \o/
P.S.5: Chega de P.S.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Falling Skies - 02x07 - Molon Labe
O melhor episódio
de Falling Skies ever!
Uma reclamação que
eu vinha fazendo em relação ao andamento de Falling
Skies era em relação tanto ao desenvolvimento da trama, como o fato de
transformar o interesse do telespectador pela série ser mais intenso. Acho que
a intenso poderia definir bem este episódio, que em 15 minutos já o considerava
o melhor de toda a série.
Aliás, para ser bem
exato, em exatos 16 minutos do player eu não consegui me distrair do que o
episódio apresentava, mesclando um excelente suspense em relação ao que havia
na escada leste e atacou o Power Ranger Vermelho (que não quis usar os seus
megazords para se defender), como também o que o CEO dos Surfistas Prateados, mais
conhecido como Soberano Mestre de Karenzinha bitch megaevil, escondia.
Uma coisa que eu
preciso comentar, entretanto, é a utilização de alguns diálogos de
desenvolvimento das tramas pessoais no meio de tudo isso. Eu, pelo menos, não
conseguia me concentrar no fato de que, enquanto o povo tentava negociar com os
ETs, Hal e Maggie ou Tom e Ben discutiam alguns conflitos internos, como se não
tivessem o que fazer no meio da correria e gritaria.
Falando em Ben,
achei a saída utilizada pelo roteiro para a fuga dele para a floresta com
Karenzinha bastante bacana, afinal, não caiu onde eu esperava e, apesar do
surgimento dos soldadinhos da 2nd Mass ter sido um pouco milagrosa demais, a
cena e todos os acontecimentos foram benéficos para o episódio.
O desenvolvimento
geral do episódio foi primoroso, com exceção de alguns mimimis que sempre me
desagradam de forma geral, apesar de compreender sua necessidade para a trama.
O episódio em si já foi uma pura diversão, aliás, o que foram aqueles
aracnídeos medonhos?
Melhor cena é Lua
Sangue-Bom ensinando fazer maçaricos com cilindros de oxigênio, alegando que
aprendeu com seus amiguinhos de infância que incendiavam tudo com aerosol.
Crianças, não tentem fazer isso em casa.
Ri litros com Power
Ranger Vermelho sendo consumido às avessas pelos aracnídeos megaevil, a cena em
si já foi nojentamente sensacional, mas ver a cara de desolação de Lourdes, pra
criar o mimimi do episódio, foi uma coisa linda. E, sim, eu gosto de ver gente
sofrendo. Divertidíssimo.
As discussões de
guerra, o slow motion da morte do Boon por um Mech como “aviso” dos Soberanos
para a resistência da 2nd Mass e a escapada sensacional do Tom para a situação
depois de cometer a burrada de meter bala no Surfista Prateado Chefe foram, de
forma geral, excelentes.
Ben deixando a 2nd
Mass pela segurança de todos foi o ato mais bacana do garoto desde que
resolveram trazê-lo pro bando, a despedida foi bonitinha, assim como o Tom
elogiando o menino Matt pelo excelente serviço de segurança prestado para a
Dra. Lua Sangue-Bom e para Lourdes.
Agora eles
finalmente estão chegando em Charleston (até parece Game of Thrones, nunca chega na merda do lugar) e estou até que
bastante curioso com a forma que eles pretendem abordar esses episódios finais
de temporada. Até o próximo, pessoas!
P.S.: Deu pra
perceber que eu estou muito amor com Falling
Skies esta semana, é porque semana que vem (para a minha exclusiva alegria)
não tem episódio inédito e porque eu também ainda não vi Continuum, minha desgraça semanal.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Falling Skies - 02x06 - Homecoming
"Eu sou ninja, megaevil, mais bonita que você e isso, bem, isso foi por você ter ficado com meu namorado".- Karen
E, com muita previsibilidade, Falling Skies trouxe seu episódio. E apesar de todos os fatores que estragaram seus twists por conta de uma obviedade única, este episódio foi muito bom. Tirando os exageros da ocasião, até que foi um episódio conciso e muito bem estruturado, que na verdade mostra bem que a resistência humana não é o interesse primordial dos Soberanos, que, por eu ser um cretino filho de uma mãe, vou eternamente chamá-los de Surfistas Prateados.
Fato é que eles têm binóculos, coisa que eu duvidava há muito tempo, e sempre souberam a posição geográfica de seus oponentes da 2nd Mass, mas o seu interesse é em chegar a outra resistência. E não estou falando de Charleston, que eu duvido que eles saibam a respeito (por eu duvidar sua existência), mas sim a resistência alienígena liderada pelo Skitter-do-Olho-Vermelho (que eu juro que vou encontrar um nome melhor até o próximo texto).
E a arma que eles usaram? Karenzinha bitch megaevil, que todos sabiam que era uma piranha e que só provou ser ainda mais. Ela deu seu showzinho básico para enganar o Hal, e apesar de advertir inúmeras vezes do perigo da garota, foi o Ben cair no joguinho dela. Exatamente como ela queria.
Achei muito idiota o jogo de garota indefesa que estava retornando a casa e era nítido quais eram suas intenções, não comprei por nenhum mísero de segundo seu tempo de tela e fiquei apreensivo com Maggie indo lá, afinal, a garota apesar da voz anasalada, é uma das pouquíssimas personagens que realmente importam na série. Mais até do que toda a família Mason.
E com Maggie levando a surra mostrada lindamente na gif (com uma temática totalmente diferente da abordada na legenda da imagem, pra ficar bem claro), e com Hal tomando sua dose de cascudo semanal do irmão mais novo (que contraditório), vimos os dois ex-arreados correndo diretamente para a resistência alienígena, exatamente como Karenzinha queria.
Enquanto isso, na UTI mais parada de todos os tempos, Weaver entrou em colapso e chegou ao ponto de indicar o Tom Mason pra liderar a resistência (definitivamente pirou na batatinha), e precisou de uma intervenção médica por Dra. Lua Sangue-Bom, que apesar de ser chamada até pelo nome da falecida, segue firme e forte com seu caso com Professor Mason.
E como Lourdes é a médica prodígio do bando, era óbvio que a ideia brilhante de salvamento de Weaver viria dela, com ajuda do Power Ranger Vermelho (duvida? Procura no IMDb, inclusive a surra que ele levou de papai Larson em The Killing). Outra coisa, novamente Falling Skies acha que eu vou me preocupar com a morte de um personagem principal? Não, de novo, eles não teriam coragem sequer pra matar os filhos inúteis do Mason, imagina então o Comandante da porra toda.
E como Lourdes é a médica prodígio do bando, era óbvio que a ideia brilhante de salvamento de Weaver viria dela, com ajuda do Power Ranger Vermelho (duvida? Procura no IMDb, inclusive a surra que ele levou de papai Larson em The Killing). Outra coisa, novamente Falling Skies acha que eu vou me preocupar com a morte de um personagem principal? Não, de novo, eles não teriam coragem sequer pra matar os filhos inúteis do Mason, imagina então o Comandante da porra toda.
Mas quem voltou, pelo menos para a minha alegria, o Pope, que apesar de ser todo errado, é outro dos poucos, contáveis no dedo, com a qual eu me importo. E é claro que, ele, mesmo depois de ser capturado e torturado pelos Surfistas Prateados, iria ter de avisar que Karenzinha é megaevil. Uma hora dessas ela já tinha dado pinote, acompanhada de menino Ben.
Enfim, a segunda temporada da série apresenta uma franca melhora e estou até ficando bastante feliz com a opção de ter dado mais dez chances de me conquistar. Metade da temporada já foi ultrapassada, agora é preparar o terreno para o grand finale.
P.S.: Texto dedicado a colaboradora Ananda Dias, porque né, algo tão cretino precisa ser homenageado a alguém cretina. :D
P.S.: Texto dedicado a colaboradora Ananda Dias, porque né, algo tão cretino precisa ser homenageado a alguém cretina. :D
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Falling Skies - 02x05 - Love and Other Acts of Courage
Um episódio que não tem como comparar com seu antecessor. A produção de Falling Skies foi precisa e quase perfeita em misturar os elementos dramáticos e exclusivos de cada trama pessoal com momentos importantes para o desenrolar da série e o seu desfecho durante a temporada.
Claro, um pouco desnecessário focar excessivamente no romance entre Maggie e Hal, mas a série conseguiu se aprofundar de uma forma bastante bacana e que começa a ficar, de certa forma e guardadas as proporções, mais interessante e com embates e debates melhores estruturados.
Eu vou dizer que a possibilidade de existir um grupo de resistência entre os próprios alienígenas parece ser algo até que bastante interessante e um pouco previsível, mas tenho de admitir surpresa pela ousadia de antecipar a trama que provavelmente deveria ser um arco para o futuro.
A aliança entre o grupo de resistência dos alienígenas com a 2nd Mass será um processo longo, demorado, que custará vidas e inevitável. Uma coisa que ficou evidente neste episódio foi que os Skitters são totalmente diferentes dos humanos, e não uma mutação avançada dos arreios, como muitos acreditavam.
É até interessante ver que a série moldou a teoria e exibiu de forma a criar dúvidas entre os telespectadores, mas os Skitters são tão vítimas da situação como os humanos. O que me faz perguntar é a respeito dos Mechs. O próprio Skitter de olho vermelho líder da revolução já foi visto com um Mech e com o bicho introduzido no olho do Tom, mas seria um Mech o armamento dos Soberanos (até que enfim um nome mais inteligente que Surfista Prateado) ou uma outra espécia alienígena dominada?
Esse mistério tende a demorar a ser explicado, mas o que mais chamou a atenção no episódio foi a forma como tudo foi devidamente apresentada. A cena misteriosa no começo com uma explosão e muitos alienígenas e Mechs destruídos foi interessante para criar o suspense da dúvida nos instantes iniciais do episódio.
E o ódio vai sendo a palavra chave da temporada. Quantas vezes já foi citada por Ben? Inúmeras; e este é também o motivo da revolução do Skitter de olho vermelho. A aceitação do Tom depois de um longo debate sobre ética de guerra e pela perda de inúmeras vidas por conta da resistência foi um ponto positivo do roteiro.
Agora, o problema é de Weaver e da 2nd Mass, afinal, o Skitter parece ter vindo com boas intenções e com um discurso bem decorado e uma idealização até certo ponto poética, pois a resistência entre seus similares só começou a ocorrer quando ele (o Skitter de olho vermelho) viu nos humanos uma luta e uma rejeição sobre a subversão aos Soberanos.
O menino avulso que merecia um tiro no meio da testa finalmente levou. Até comemorei. Claro que depois de tudo que aconteceu e pela sua posição neste episódio eu, como roteirista, teria o mantido pelo menos até o próximo episódio. Ele era o tradutor oficial do bichinho, quem vai falar aquela língua esquisita quando o Ben decidir ir embora?
Ah, Ben. Por um ato de amor e ódio vai vendo seu pai se desmantelar para mantê-lona resistência, enquanto isso o que ele faz? Conta uma historinha para o irmão, se martiriza pela morte do outro menino avulso que aconteceu há dois episódios atrás e fica olhando para as estrelas em cima do telhado do hospital, enquanto seu pai dava comidinha para Lua Sangue-Bom.
Quem também começa a, finalmente, se envolver romanticamente são Maggie e Hal. Confesso que enquanto assistia ao episódio eu até gostei do desenvolvimento e a forma como foi sendo mostrada, mas agora quando vim escrever senti uma certa resistência (sem trocadilhos) com sua necessidade para o episódio.
Agora Falling Skies me deixou numa saia justa. A série foi renovada para uma terceira temporada apesar de uma relativa queda de quase 30% da audiência comparada a primeira temporada. Eu não sei se posso ainda comemorar o fato ou antecipar o fado de luto. A temporada teve dois episódios excelentes, um muito ruim e dois um pouco abaixo da média. Chegamos a metade da temporada e ainda não sei quais rumos a série pretende seguir, além de ir a Charleston.
Eu vou dizer que a possibilidade de existir um grupo de resistência entre os próprios alienígenas parece ser algo até que bastante interessante e um pouco previsível, mas tenho de admitir surpresa pela ousadia de antecipar a trama que provavelmente deveria ser um arco para o futuro.
A aliança entre o grupo de resistência dos alienígenas com a 2nd Mass será um processo longo, demorado, que custará vidas e inevitável. Uma coisa que ficou evidente neste episódio foi que os Skitters são totalmente diferentes dos humanos, e não uma mutação avançada dos arreios, como muitos acreditavam.
É até interessante ver que a série moldou a teoria e exibiu de forma a criar dúvidas entre os telespectadores, mas os Skitters são tão vítimas da situação como os humanos. O que me faz perguntar é a respeito dos Mechs. O próprio Skitter de olho vermelho líder da revolução já foi visto com um Mech e com o bicho introduzido no olho do Tom, mas seria um Mech o armamento dos Soberanos (até que enfim um nome mais inteligente que Surfista Prateado) ou uma outra espécia alienígena dominada?
Esse mistério tende a demorar a ser explicado, mas o que mais chamou a atenção no episódio foi a forma como tudo foi devidamente apresentada. A cena misteriosa no começo com uma explosão e muitos alienígenas e Mechs destruídos foi interessante para criar o suspense da dúvida nos instantes iniciais do episódio.
E o ódio vai sendo a palavra chave da temporada. Quantas vezes já foi citada por Ben? Inúmeras; e este é também o motivo da revolução do Skitter de olho vermelho. A aceitação do Tom depois de um longo debate sobre ética de guerra e pela perda de inúmeras vidas por conta da resistência foi um ponto positivo do roteiro.
Agora, o problema é de Weaver e da 2nd Mass, afinal, o Skitter parece ter vindo com boas intenções e com um discurso bem decorado e uma idealização até certo ponto poética, pois a resistência entre seus similares só começou a ocorrer quando ele (o Skitter de olho vermelho) viu nos humanos uma luta e uma rejeição sobre a subversão aos Soberanos.
O menino avulso que merecia um tiro no meio da testa finalmente levou. Até comemorei. Claro que depois de tudo que aconteceu e pela sua posição neste episódio eu, como roteirista, teria o mantido pelo menos até o próximo episódio. Ele era o tradutor oficial do bichinho, quem vai falar aquela língua esquisita quando o Ben decidir ir embora?
Ah, Ben. Por um ato de amor e ódio vai vendo seu pai se desmantelar para mantê-lona resistência, enquanto isso o que ele faz? Conta uma historinha para o irmão, se martiriza pela morte do outro menino avulso que aconteceu há dois episódios atrás e fica olhando para as estrelas em cima do telhado do hospital, enquanto seu pai dava comidinha para Lua Sangue-Bom.
Quem também começa a, finalmente, se envolver romanticamente são Maggie e Hal. Confesso que enquanto assistia ao episódio eu até gostei do desenvolvimento e a forma como foi sendo mostrada, mas agora quando vim escrever senti uma certa resistência (sem trocadilhos) com sua necessidade para o episódio.
Agora Falling Skies me deixou numa saia justa. A série foi renovada para uma terceira temporada apesar de uma relativa queda de quase 30% da audiência comparada a primeira temporada. Eu não sei se posso ainda comemorar o fato ou antecipar o fado de luto. A temporada teve dois episódios excelentes, um muito ruim e dois um pouco abaixo da média. Chegamos a metade da temporada e ainda não sei quais rumos a série pretende seguir, além de ir a Charleston.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Falling Skies - 02x04 - Young Bloods
Avulsidade. A gente vê por aqui.
Falling Skies tenta e nunca consegue. Verdade seja dita logo no parágrafo de abertura, a série tenta abordar temas simples e criar empatia pelos personagens e simplesmente não consegue. A série peca e seguimos indiferentes por cada um dos personagens.
O começo com toda a historinha do Matt ser posto como mensageiro e servir de isca para a morte sangrenta de dois Skitters foram tão úteis para o desenvolvimento da trama que o embate entre ele e o papai Mason todo montado na preocupação foi simplesmente esquecível.
O roteiro tenta criar situações em que "a vida dos personagens fiquem em jogo", mas não se alimenta por coragem em realmente matar personagens chave. Esse menino é tão inútil para os arcos centrais que a morte dele seria muito mais benéfica para a série do que o contrário.
Apesar de todas as falhas em relação ao desenvolvimento e a construção de seus personagens, a presença de Jeanne foi bom para criar algo para o Comandante Weaver, que nunca teve um arco decente, sem contar no desastre que foi o seu plot drogado durante a primeira parte da finale da primeira temporada.
A filha do comandante da 2nd Mass serviu bem para a concepção do personagem, apesar de algumas falhas em relação ao ritmo no início e ao fato de dois adolescentes conseguir simplesmente entrar em um armazém e ditar as regras contra outros quinze.
O episódio, apesar do desenvolvimento ruim, foi interessante pelo menos por mostrar o processo de "arreio" dos jovens, o primeiro processo para transformá-los em Skitters. Cabe elogiar a edição que pulou toda a enrolação da captura dos jovens rebeldes liderados por Diego e abriu espaço para mostrar o processo em si.
Muitos tiros e uma escapada muito fácil e rápida do local. Estou até agora me perguntando onde que estava a segurança toda que eles tanto disseram, os Mechs da porta sequer ouviram os tiros, só havia um Skitter trabalhando e só isso era a "alta segurança dos ETs"? Preciso reformular alguns conceitos pra poder entender a facilidade em que as coisas se desenvolveram.
Despedida de Jeanne simples e com uma cartinha para não magoar papai, mas sabem como é o Weaver, um bipolar maluco que vai ficar se martirizando pelos próximos 5 episódios. Quem também teve espaço por conta de toda a latinidade de Diego foi a enfermeira Lourdes, que recebeu a notícia que a cidade de sua família foi destruída e ficou chorando com o Power Ranger Vermelho que apanhou do papai Larsen em The Killing por ter sido acusado pelo assassinato da menina Rosie.
Enquanto isso, Lua Sangue-Bom ficou comendo seus bolinhos de Ana Maria e beijando Tom com os diálogos mais desenvolvidos da história dos seriados. Com um falando "Oi" no meio de frases engraçadinhas e a outra respondendo "Oi" e agarrando o moço em seu posto médico.
Mas a história fica interessante com Hal sabendo dos espinhos brilhantes de seu irmãozinho superpoderoso e ex-arreado Ben. O que vai fazer da informação? Esconder e ficar com a brincadeirinha de esconde-e-omite do papai Mason. Ou seja, mais motivo para enrolação, o que eu particularmente não quero ver no próximo episódio.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Falling Skies - 02x03 - Compass
Eu também não conhecia ninguém que dava rolê em naves alienígenas e voltavam para contar história.
Após iniciar a temporada com dois episódios acima de qualquer expectativa, eis que tio Spielberg puxa o freio de mão e apresenta mais um daqueles episódios marotos sem nenhum desenvolvimento da história e muito micro drama por metro quadrado. Aliás, parece que Game of Thrones vai fazendo escola: os coitados da 2nd Mass vão ficar andando e andando e andando eternamente igual Jon Snow além da Muralha para chegar no lugar e se preparar para se ferrar lindamente.
Verdade seja dita, como eu não me importo nem um mísero segundo por qualquer personagem da série, com exceção de Pope, mas só porque ele é o único canalha canastrão da série, a morte do menino que nem fiz questão de decorar o nome foi tão aleatória para mim que eu, de verdade, sequer me dei o luxo de se deixar levar pela barra do momento.
Assim como a barra da Dra. Lua Sangue-Bom, que acabou vendo o garoto morrer bem no dia que era o aniversário de Sammy, o seu filho perdido que em outras séries é nome de cachorro. Uma coisa realmente nojenta é a relação entre a Dra. Anne e o Tom Mason, não consigo gostar do casal e levando na brincadeira é ainda mais difícil. Ficar se beijando parece muito conveniente no meio de uma resistência contra uma invasão alienígena, além de muito coerente, certo? É, não.
Mas a morte do garoto Jimmy (obrigado IMDb) foi só mais um pretexto para vermos Ben ficar revoltadinho e sair gritando feito louco. Agora eu preciso concordar com o Pope, essa família Mason só traz desgraça para a 2nd Mass, expulsa logo os quatro, incluindo o menino mais novo que só apareceu pra segurar uma arma enquanto dormia, e pronto. Não terão mais problemas com alienígenas.
Mas pra quê expulsar a causa dos problemas se eu posso expulsar uma pessoa que supostamente pode resolver esse problema? Essa é a lógica do Comandante Weaver, que prefere perder Pope e afastar o melhor personagem da série, porque apoia de olhos vendados Tom e sua família. Enfim, né...
A grande questão levantada pelo episódio é a existência de um aglomerado de pessoas em Charleston e Weaver obviamente, com um pé atrás, decide ir mesmo assim e confiar na Tia do Avião, que por Avery ser muito ruim e pela falta de nome melhor, vai ficar com esse apelido mesmo.
Outro ponto interessante, no entanto, é ver o controle do Skitter de olho vermelho sobre o Ben. Posso arquitetar minhas ideias absurdas e falar que ela é a mãe dele, a ex-mulher de Tom e que por isso o deixou sobreviver naquela matança da premiere? A ideia responde muitas perguntas, mas não diz nada sobre seus interesses ou dos interesses dos invasores.
Agora, estou esperando por bons episódios iguais aos dois anteriores e eles vão dar uma de Battlestar Gallactica e ficar contando os sobreviventes da resistência? Estou curioso para o que a série quer fazer, mas receoso pelo que ela já fez.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Falling Skies - 02x01/02 - Worlds Apart / Shall We Gather at the River (Season Premiere)
Tiroteio, explosões
e corre-corre.
Nem eu acredito que
vou falar isso, mas eu gostei dessa premiere dupla da série mais criticada,
odiada e amada ao mesmo tempo da summer season de 2011. O verão americano não
seria mais o mesmo desde que Tom foi em direção à luz, mas quem se importa?
Em cinco minutos,
com mais ação e mais movimentação do que em todos os dez episódios da primeira
temporada, Falling Skies abriu o ano
de forma interessante. Deixa eu já deixar bem claro que estava cogitando a
ideia de abandonar a série, mas como sou curioso fui ver essa naba, e não é que
melhorou!
Gostei do recurso
de começarem três meses depois do Tom entrar na nave e ir em direção à luz
(nunca perdoarei Falling Skies por
ficar se referenciando sozinha a Lost)
e depois voltarem contando o que aconteceu com ele nesse meio tempo, não é
original, mas quem esperava por originalidade em Falling Skies?
Uma coisa muito boa
dessa premiere foi a presença do primeiro animal terrestre não-humano da série:
um veado. Se o bambi sobreviveu à invasão alienígena, por que esse bando de
gente com muita munição e cheia de armamentos não conseguiria? Mistérios que
você irá conhecer nesta sexta, no Globo Repórter. Ou talvez não.
De qualquer
maneira, os episódios foram bastante bacanas, tirando o incessante mártir de
Ben e o fato dele ter atirado no pai, por conta da supervisão, super-audição,
super-olfato, superfeeling ou super-qualquer-outra-coisa-desenvolvida-por-causa-do-arreio.
O melhor do
primeiro episódio foi mesmo o papo do Surfista Prateado (sim, enquanto não
tiver nenhum nome melhor que isso, ele será o eterno Surfista Prateado) através
da Karen (é, aquela garota da 2nd Mass que foi raptada pelos ETs e que dava
comidinha pro Hal) com o Tom.
Claro que não
sabemos absolutamente nada dos interesses dos ETs, a não ser que eles se
inspiram na opressão histórica que nossos antigos e atuais governantes insistem
em seguir. Aliás, esse foi o diálogo mais PNC e inteligente de toda a série.
Uma coisa que eu
não entendi, e que não entendo desde o piloto, é a adoração da raça extraterreste
com tecnologia superior por um professor de história qualquer. Em vez de ter
Weaver, que é o comandante da resistência de Boston, eles pegam um Zé Qualquer
Coisa pra quê mesmo?
Relevando isso,
estou bastante curioso pra saber o estrago que eles fizeram em Tom e o que é
aquele inseto bio-robótico, além de suas funções superbizarras, como entrar em
olhos de Skitters e fazer buraco em potes de vidro, por exemplo.
No segundo
episódio, foi a vez do menino Matt ficar com medo do papai Tom Mason e querer
ficar longe dele no ônibus, mas o importante mesmo era a travessia da ponte.
Caso contrário, a 2nd Mass estaria encurralada e completamente a mercê dos
aliens.
Novamente, o menino
escroto Ben foi o arco central da coisa, mesmo que de forma bem menos
demonstrada do que no primeiro. Aqui ele ouviu uma interferência enquanto
atravessava e não disse nada. Por quais motivos? Aposto que ele vai virar o
grande traidor e ainda vai sambar muito na cara das pessoas da 2nd Mass.
Com medo de que Tom
tenha se transformado num rastreador ou em um agente duplo dos Ets, Pope,
depois de uma fuga épica através da ponte, explodiu tudo e teve muita barra e
mimimi porque o protagonista poderia ter morrido.
Alguém caiu nessa?
Onde que o protagonista ia morrer na premiere da segunda temporada? Isso não é Game of Thrones, buddy. O máximo que ele ia ganhar na explosão era uns arranhões e
ele ganhou, além de ter perdido um pé da botinha que tanto ama. Que pena. Meus
pêsames.
Claro que também
teve muito mimimi com Lua Sangue-Bom, a pediatra que virou médica de guerra e
faz cirurgias com tamanha praticidade que merece todos os prêmios possíveis de
medicina, desafiando até os trezentos médicos de Grey’s Anatomy na “xinxa”.
Adorei que a série
voltou mais explosiva e sem medo de gastar umas biribinhas e uns efeitos que
tanto faltaram durante a primeira temporada. O que foi mostrado no vídeo teaser
depois do episódio me pareceu promissor e me deixou bastante curioso para saber
onde dará a história.
Agora, se é que a
história de Falling Skies vai dar em
algum lugar, mas vale meu voto de confiança. Por enquanto.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Falling Skies - 01x09/10 - Mutiny / Eight Hours (Season Finale)
Depois de dois meses, resultado obtido: a processar...
Falling Skies faz a burrada que cometeu logo de cara no piloto e juntou um episódio chucro a outro melhorzinho e acabou proporcionando o meu motivo de rir durante a semana inteira. E foi o tal do cliffhanger dos momentos finais ccausador disto, mas, asseguro, a frase acima não está no bom sentido da coisa.
Acho que a série manteve um padrão de qualidade entre os episódios, sendo que uns foram melhores do que outros, tudo isso dentro do tal padrão. O problema de Falling Skies para comigo nestes dois episódios finais ainda seguem os mesmos do piloto: muita balela, pouca ação.
Não estou dizendo que a série teria de incorporar o demônio encapetado, que o Noah Wyle e seu personagem teriam de virar os fodões ou ver extermínios de ETs e de humanos, digo que dentre os furos causados no roteiro por conta dessa específica falha, muita coisa me desagradou, principalmente em momentos que sua necessidade eram quase uma obrigação.
A começar por "Mutiny". Um episódio que centrou num embate muito mais político do que qualquer outra coisa. Quando eles falaram que o Weaver estava se drogando (no sentido literal da palavra) eu já fechei a cara e pensei "não, eles não fizeram isso".
Eles conseguiram piorar mais ainda as minhas impressões sobre o tal comandante da 2nd Mass, que depois de ter sido burramente humanizado, foi escraxado numa sequência pífia e chula de total ignorância e desrespeito pelo personagem.Outra coisa que me irritou, nem sei se foi neste episódio especificamente, foi o discurso motivacional aleatório do Tom sobre aquilo que ele dizia ser a guerra. Nunca tinha achado que um destes discursos tinha saído de forma forçada e aleatória, mas neste ele conseguiu se superar.
Mas como as emoções não se cabiam só a 40 minutos, eis que, seja lá quem for que está por detrás da produção e ao marketing de Falling Skies, nos saboreia com uma cartada final, que, para muitos, será literalmente fatal.
Nele tivemos aquela coisa gostosa de um bando de civis, com uma criança infiltrada, mais um tiozinho do rádio e o Ben bancando de menino-antena, contra uma porção de meia dúzia de Mechs. Detalhe: Aquilo eram mesmo as tais biribinhas ultrapoderosas que o Pope inventou? Sério mesmo?
No episódio anterior o Pope quase arrancou metade de uma cabeça de um Mech com UM único tiro e neste, pra derrubar UM único Mech, foram precisos quase toda a munição disponível? Tem coisas pra se deixar de lado? Ok, mas este foi um erro irrefutável dentro de um curto espaço de tempo.
Ah, claro, isso tudo porque o Rick se desembestou, quis correr pra sua mamãe Skitter e acabou chorando suas lágrimas de réptil em meio a floresta. O melhor, digo, o pior é ver Tom aparecendo logo depois e bancando de bom entendedor.
Cara, qual é, isso não é uma guerra? Aliás, para um professor de história, acho que o mínimo que ele teria de ter feito é ter metido bala no pobre rapaz, mesmo sendo uma criança. Ele é inimigo depois que se repudia e traça informações suas aos inimigos. Essa não é a primeira regra de uma guerra? Apesar de compreender o lado "diplomata" do Tom, neste caso.
Na outra linha de seguimento do episódio, com Hal, Pope, Weaver e todos os outros soldadinhos de chumbo, tivemos um momento extraordinário. Sério. Mas antes, vamos à compreensão de alguns dos fatos.
Primeiro, qual foi a REAL importância do Hal pro episódio? Segundo, como assim numa cena eles estavam se separando e na seguinte eles já estavam fugindo, se é que deu pra entender? Pra mim, não ver nada explodindo ao fundo, foi uma mesada na testa. Nunca critiquei os efeitos, mas faltou a aplicação dos mesmos aqui.
Para uma série que acabou levando mais de um ano só cuidando dos efeitos, me expliquem, onde eles estavam? Isto é, tirando os Mechs, os Surfistas-Prateados, os Skitters, as naves e a estrutura gigantesca de ferro, onde foram parar esse um ano de trabalho?
Enfim, após drama de falta de adrenalina no sangue por conta da ação meio furada da série, eis que o envolvimento de Tom pode mudar tudo, afinal, o professor aleatório de história é como se fosse o Peter Bishop (Joshua Jackson, em Fringe) de Falling Skies - só falta dizerem que "ele nunca existiu".
Primeiro, ele é professor de história, física ou um atirador profissional? Calcular onde a nave estaria não é das coisas mais fáceis de se fazer não, mesmo usando conceitos fáceis da física, a probabilidade dele ter atirado e acertado eram praticamente nulas, considerando tais variáveis de vento, velocidade, experiência e tudo mais.
Sério, eu não me conti. Ri escancaradamente com o meu irmão passando no corredor e me perguntando se eu estava bem. Tive que parar pra retomar. Mas o pior ainda estava por vir. Depois de Lost ter encontrado a "Luz", foi a vez de Falling Skies fazer o mesmo.
Outra vez, não me conti. Não sabia se eu ria da situação, da cara do Weaver, do close do Surfista-Prateado, da menina que simplesmente brotou do chão na rua, ou se foi mesmo com o Tom indo em direção à luz.
Sério, se eu for ver a segunda temporada de Falling Skies, pode ter certeza que não será por este motivo. Confesso aqui que até o final de The Event com o planeta brotando no céu entre a Lua e a Terra foi mais intrigante e interessante que este de Falling Skies.
Apesar de terem sido críticas até que bem duras com a série por um todo e com meu nível de satisfação não sido satisfatório com Falling Skies, a série tem ainda muito a mostrar e dentre toda essa possibilidade, ainda existe aquela de a série continuar na mesma.
Creio eu que a série ainda está em seu formato, digamos, de lagarta e seu desenvolvimento até se desabrochar como borboleta será meio longo e gradual. Conforme dito acima, não sei se voltarei a ver a trama no ano seguinte, mas se por ventura ocorrer, já sabem onde me encontrar.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Falling Skies - 01x08 - What Hides Beneath
Falling Skies frita minha paciência, segue o lógico e continua muito previsível.
As minhas esperanças por algo grande e engenhoso parece que não vão vingar, e depois de ver Nina Sharp muito doida, o Surfista Prateado e a menina Karen voltando dos mortos, continuo a não me importar com os personagens.
Não que o episódio tenha sido dos piores, ele ainda segue o ritmo, a velocidade e a qualidade de todos os outros e essa falta de insanidade, ou seja, a ausência de fugas da maresia, a criação de tsunamis em copos d'água, de tempestades sem ventos, é o que mais me irrita.
E depois desse metaforismo doentil, as falsas expectativas criadas e todo o hype por detrás da trama, acabaram estragando uma série de nível de regular a bom, ainda mais quando é exigido o máximo da excelência dela e pouco alcançado pela mesma.
Eles estragaram Weaver de todas as maneiras possíveis, fizeram essa tentativa forçada em humanizá-lo e fracassaram. A mesma coisa começou a acontecer com o Pope, mas a minha esperança de ver nele o Sawyer de Lost é mais forte do que isto e espero muito que ele arranque a cabeça do Noah Wyle e assuma o carro-chefe do elenco.
Rick encorporou o menino Skitter e saiu correndo após a descoberta da bala mortífera e infalível contra os Mechs. Ben é a tentativa da 2nd Mass se proteger de tal ameaça exorbitante.
O momento mais emocionante foi ver Nina Sharp, com ela na série tudo ficou bem esclarecido, oras. O Walternativo finalmente sambou na cara do nosso universo e garantiu sua amada vingança. Tirando a zombação, nem sabia da presença da Blair e quando ela apreceu eu até me empolguei, mas ainda faltava alguma coisa a ela.
A descoberta do humanóide manda-chuva foi tão cretina quanto. Apesar de explicar bem as semelhanças deles com os Mechs, é bem menos significativo ainda intensificado pela descoberta mais óbvia de todos os tempos, feita pela caríssima Lua Sangue-Bom e pela nossa menina louva-Deus, Lourdes.
Era muito óbvio que os Skitters surgiram de outro espécime através dos arreios e isso explica menos ainda qual é a maldita semelhança deles com os senhores Surfista Prateado. Da próxima vez já evitarei assistir às promos a fim de não criar falsas expectativas.
A série cria muito furdunço e pouco faz coisas. A season finale dupla está aí pra finalizar os trabalhos e será minha última tentativa com a série, que terá de ao mínimo surpreender, porque este ritmo já está me matando.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Falling Skies - 01x07 - Sanctuary (Part 2)
Por @kelvinbastos
Falling Skies me dá uma preguiça...
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| © TNT / Reprodução |
Ok, não foi para tudo isso. Falling Skies teve até um episódio tolerável e caminha sua trama para encerrar a temporada com o que todos nós já imaginávamos desde o piloto, sendo totalmente previsível e sem despertar o nosso temor por mortes possíveis ou reais daqui para frente.
A primeira parte prometeu ser chocante, não foi. A segunda ser mais chocante ainda, e foi bem menos que a anterior. Imaginem então que eles prometem fazer mundos e fundos nos próximos episódios, com uma season finale dupla (já me dá preguiça) e ser o final mais chocante ever.
A realidade é que tenho a sensação que Falling Skies às vezes gosta de brincar com a paciência do público (alô The Killing). A série poderia ter bem menos pudor nos seus momentos de ação, que cá entre nós, parece um bando de políticos discutindo o futuro do Brasil no Senado, só que com armas.
Sou capaz de dizer que até nossos políticos seriam mais violentos do que os personagens da série. Terminar tudo (ou quase tudo) com discursos e mais discursos de democracia e enche-linguinças pacifistas parecem ser a alma e o carro-chefe da trama.
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| © TNT / Reprodução |
Mason que deveria ter feito acontecer. Apostar simplesmente que sua tropa iria aparecer, como fora, sendo que seus filhos estavam correndo risco de vida e ainda com o Pope lindamente a ajudar a matar tudo e todos seria a ação e o desenvolvimento mais aceitável. Mas não.
O episódio segue a linha aceitável só pelo fato do retorno do Pope, porque nem a barra do bebê virado no ventre da pobre Sarah, com o Sargento Marrentão Sou Foda para desvirá-lo foi o suficiente para nos preocuparmos.
O menino Rick, completamente diferente do Ben, ambos ex-arreiados, é outra coisa que só nos leva a questionar, apesar de eu tomar por interessante até que joguem tudo fora. Ele anda prevendo e esperando por algo e essa diferença exorbitante dele para o Ben é algo que eu fico me perguntando.
E só pra não falarem que eu não avisei, pode apostar que no fim das contas os Skitters serão meros humanos tranformados (olha a similaridade do tal do "palato"). Todos apostam, e se não for isso, Falling Skies vai finalmente me surpreender. (Ah, só espero que tudo não acabe como se fosse um sonho. #BOOM)
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Falling Skies - 01x06 - Sanctuary (Part 1)
Por @kelvinbastos
Pela santa entidade mãe das séries, não é que o episódio foi bom?
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| © TNT / Reprodução |
E pra mudar um pouco a rotina, a morte do médico avulso, as crianças ex-arreadas (isso soou estranho) e o perigo eminente são os assuntos da pauta do café da manhã da 2nd Mass, que teve uma família desesperada fugindo e correndo pela estrada a fora.
O que nos leva à duas tramas: Dra. Anne "Lua Sangue-Bom" e o outro que não vem ao caso agora. Foi bem legal ver que eles se preocuparam um pouquinho mais com Anne, que depois de acabou matando meu personagem preferido (R.I.P Skitter), parece que terá de lidar também com o lado da "guerra".
Maggie é a parceira ideal para isso. Não me admira esquecer dois plots que foram ateados à ela (abusada e câncer), mas foi legal vê-la ajudando a Anne com toda essa barra e com suas aulas de tiro ao alvo. Espero que isso tenha alguma utilidade em algum outro episódio.
E, agora sim, o outro assunto: Clayton da 7th Mass. Era muito óbvio que o papo dele era bem caô. Tão óbvio e nítido como água cristalina. Não me surpreendeu enm um pouco o pacto dele com o diabo da situação, o motivo é a única pergunta a ser feita.
Temos também o desenrolar do resgate do Ben e das outras crianças ex-arreadas, o que nos aproxima mais à família do Tom e dá um ar diferente à ela. O papo que ele não sentiu a mínima falta da família e que ele sentia a falta da Skitter-mãe dele foi, no mínimo, esquisito. Podem esperar por adolescentes ex-arreados em fúria se rebelando à própria raça.
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| © TNT / Reprodução |
Tom foi tão inútil ao episódio que pouco faz diferença gastar os caracteres com ele. O interessante mesmo da resistência foi ver o menino-gente-grande querendo ajudar a cobrir "o lado sul do ônibus escolar".
A nível de desenvolvimento de personagem do Jimmy foi irrelevante, a nível de desenvolvimento de relações foi importantíssimo. É claro que ele e Weaver vão estabelecer uma relação além de amizade de guerra (e não pense besteira porque senão é pedofilia).
Enquanto isso, Hal vai encarar o papo do tal Clayton traficante de crianças. Ele foi com toda a trupe de crianças para assegurar a segurança de seus little brothers, Matt e Ben, e neste episódio nem teve tanta relevância assim, a não ser a constatação de que o Ben "está diferente".
O episódio foi um tanto lento, melhorou mesmo a partir da sequência mais "frenética" e, apesar de exibir a minha cena preferida ever, tem muito a melhorar. Veremos se a sequência do episódio fará um bem maior a toda a série e ver se Falling Skies finalmente engrena (e olha que já passamos da metade da temporada).
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Falling Skies - 01x05 - Silent Kill
Por @kelvinbastos
Ainda vai demorar um pouco pra Falling Skies recuperar o meu amor incondicional, mas este episódio foi uma boa tentativa.
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| © TNT / Reprodução |
Produção, por que o tal do menino Rick não morreu? Sério mesmo? A série vem cavando desde seus minutos iniciais que arrancar o arreio a força acabaria matando o desgraçado da criança e a mula arranca num ataque de fúria e defesa compulsiva e o menino não morreu? É falha imperdoável.
Tirando isso, o episódio foi bom, dentro do possível. Com o nível que a série vinha apresentando, um episódio como este é para nós, meros mortais apreciadores de séries (e guerreiros), uma luz no fim de um longo e imenso túnel.
O que eu mais queria aconteceu, finalmente aquele alien mostrou um pingo de insensibilidade e deu piti, agarrou o doutorzinho pela cabeça e, finalmente, matou alguém. Finalmente alguém que teve falas ou alguma importância morreu nesta série.
E já que estamos falando no bichinho de estimação da Dra. Anne "Lua Sangue-Bom", o Globo de Ouro de "surtando feito louca e chutando o pau da barraca" vai pra ela. Depois de presenciar aquele momento todo chato de tática de guerra e aquele blá-blá-blá interminável, Anne apresentou uma "solução" para matar um E.T.zildo sem fazer barulho e de uma forma brilhante.
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Tudo isso por quê? Porque ela não tinha uma foto do filho pra enfiar no "Muro das Lamentações". Oi? Como é produção? Me falaram que era porque "eles não podiam enfrentar os aliens com apenas teorias", mas todo o melodrama da Anne não me satisfez, ainda mais matando o meu personagem preferido.
E Hal e Tom assistindo tudinho, tudo para o resgate (até que enfim!) do menino Ben. Finalmente o negócio do arreio e da remoção foi bem feita e tudo mais, só que o mais non-sense foi o que vimos antes. O Skitter é a babá versão alien 2.0? Quanto amor do bicho pelas suas crias e o Hal enfiou o canivete guela (?) abaixo do animal (?).
E dentre tudo isso, ainda teve a barra da Maggie que teve câncer quando criança e que o Hal deverá gratinar logo, logo; teve também chá de bebê no planeta pós-apocalíptico para a representar o que mesmo? E também a barra da música que não podia ser tocada, mas... "who cares?".
Falling Skies, pela santíssima entidade Spielbergueriana, mostrou que pode nos surpreender (só um pouco, ok?) e me faz crer que finalmente ela vai engrenar. Só vendo pra ver (não me diga) - e criticar.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Falling Skies - 01x04 - Grace
O meu olhar otimista em relação a Falling Skies foram para o mesmo lugar de onde os E.T.s vieram após este episódio: pro espaço. É triste ver uma produção que antes da estreia era a grande aposta para a summer e ser ditada como a maior bomba.
O episódio foi tão estúpido que todos os erros e as coisinhas desagradáveis que a série tinha, parece que foram ateados em uma só tacada ao meu rosto e grifadas aos meus olhos. É patético a infantilidade absurda de como nós humanos somos retratados nesta série do Spielberg.
Não estou dizendo que acho que a série é um lixo, desprezível ou ruim, só que todos os erros e falhas que não me incomodavam antes, saíram correndo e gritando pra mim: "olha, eu 'tô' aqui!".
Tirando isso, a ideia de trazer o drama dos personagens ainda é o que mais agrada na série, mas o apego à estes e sua causa é tão distante como ver um professor de história avulso tentando salvar seu filho de um "arreio", alocado nele para eu não sei o quê e dizimar os aliens que dizimaram a Terra.
E a busca por respostas pode ficar mais próximo da realidade de Falling Skies, "descobrir" a estática e que os aliens conversam por ondas de rádio, podem ser sim fundamentais para nós compreendermos quais são os reais motivos da vinda desses E.T.s de raças variadas.
Porém, o episódio que tinha a proposta de se resumir na fé e na crença da Lourdes (WHO?) - que era pra ser cotada como um dos romances possíveis do Hal, e que hoje tem função nenhuma, então... vamos atacar ela rezando por 10 minutos que ninguém vai ligar -, não o fez.
Ok, a cena no refeitório foi bonita, a mitologia envolvente da crença e o mimimi de todos foi bonito de ver, e sem razão nenhuma a nível de roteiro. Mas o resumo estaria na comunicação com E.T.s, o menino do arreio removido e... o maluco lunático esquisito mestre-cuca e ladrão: John Pope.
Pensar que o John Pope não iria fugir naquela sequência de cenas na concessionária de motos é a coisa mais óbvia que iria acontecer. Até a "brincadeirinha" dele com os Skitters dorminhocos era imaginável. A única coisa que não me convence e é esquisita é que ele, fugitivo de guerra, voltou pro HQ pra fazer pão e depois fugir de novo. Pergunta: Como ninguém o prendeu, o segurou, o mordaçou, o... whatever, e não me venham com desculpinha chula porque aqui não cola.
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Sério, me irritou toda a sequência, o plot, o arco, tudo (tirando o fato POSSÍVEL e distante de uma comunicação entre os humanos e os extraterrestres), e terminar com uma sambada dessa na fuça desses sobreviventes alheios seria um brinde à lá Luiza Marilac.
Agora, no linguajar paulista: "mó trampo pra tirar o baguio e o jão enfia de volta?" É leitor... O medicozinho trabalhou feito um doido (ok, só foi uma tostadinha nas coisinhas do arreio) e em alguns segundos o muleque enfiou de volta no lugar.
O mais sensacional é ver, logo após o diálogo sem noção entre o menino possuído pelo monstro verde e os humanos, o pai desesperado arrancando o treco fora, sendo que a série bate na mesma tecla todo episódio: Se tirar o arreio, a criança morre. Então, esperem pelo drama.
Espero ficar o suficientemente cego a ponto de enterrar estas coisas que o titio Spielberg fez, aliás, emprestou o nome. Fato é que, agora renovada para a segunda temporada, ou esse negócio engrena, ou a situação vai ficar mais feia do que já tá.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Falling Skies - 01x03 - Prisoner of War
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Se apegando exclusivamente ao desenvolvimento dos personagens e tendo como plano de fundo a experiência alucinógena dos ETs, eu começo realmente a gostar de fato de como a série se propõe a fazer. Não é aquela perfeição maravilhosa, mas não é a desgraça que muitos dizem.
Sim, a série do Steven Spielberg é o meio termo do amor e ódio e esse episódio me prova quanto à isto. Ainda estou apegado ao quote do piloto em relação ao bipidismo dos Mechs e às seis patas dos Skitters, por quê eles se diferem tanto um do outro, fisiologicamente dizendo? É algo realmente a se considerar.
Enquanto ninguém me prova tal fato dito acima, vamos ao corriqueiro episódio semanal. Que, como sempre, se baseia na busca (sem sucesso) pela liberdade do filho apreendido do fodão protagonista da bagaça, Tom Mason.
O dilema não é não conseguir salvar o garoto, mas sim que a cada dia que se passa, o tal "arreio" fica conectado com o filho dele, conforme as explicações do novo personagem, o Doutor Michael Harris. A princípio, como muitos, fiquei completamente confuso da relação dele com a tal Rebecca, mas nada que interferiu no contexto geral, pois foi explicado posteriormente do que se tratava.
E mais uma vez, a culpa do fracasso sobre as costas de Tom. Era ele quem deveria ter ido com o tal Michael em busca de alimento, e não Rebecca, sua esposa, mas vamos combinar que um bebum sempre nos ataca a verdade na cara, querendo ou não querendo, mesmo com o sopapo na fuça tenha sido de bom tamanho.
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A utilização dos procedimentos nazistas sob as ordens de um Skitter e executados por um Mech, deixando Hal livre como um mensageiro foi bem legal, por sinal, estas referências é o que eu mais tenho gostado da trama de Falling Skies.
Porém, o que mais me trava em relação à série é que eu ainda não compro a dor e o sofrimento dos personagens, ainda falta a conexão público x elenco. Mas eu não sou besta de dizer que eu não fiquei nem um pouco intrigado com o final.
Após este episódio, é claro que vou voltar pra ver outros e continuemos nós na empreitada de tentar compreender qual é a da invasão e torcer pelo aprofundamento da história dos personagens.
P.S.: Quanto a ideia da série parecer "velha", eu não sou adepto. O garotinho Matt (o melhor personagem da série, até agora) deixa claro que ao invadirem os aparelhos e toda a tecnologia da Terra começou a travar e deixar de funcionar.
P.S.: Quanto a ideia da série parecer "velha", eu não sou adepto. O garotinho Matt (o melhor personagem da série, até agora) deixa claro que ao invadirem os aparelhos e toda a tecnologia da Terra começou a travar e deixar de funcionar.






























